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Wednesday, November 11, 2009

Renda - Existe símbolo mais romântico e delicado para a natureza feminina?
Quem responde e faço dela as minhas palavras é a Fabi do blog Favas Design. Ela preparou um post delicioso sobre como a renda se transformou ao longo dos anos num material atraente e que leva a qualquer peça um toque cheio de charme.
Sempre quis pintar essa floreira. Aproveitei a latinha da Coral que ganhei de presente no encontro que tive semana passada com a Paola especialista em cores do Colour Futures.
Já contei aqui e aqui .
Renda-se



Olé, Mulher Rendeira,
Olé mulhé rendá
Tu me ensina a fazer renda,
eu te ensino a namorá.
Labels: Artesanato, faça voce mesmo
Monday, November 9, 2009
Uma das lembranças mais marcantes que tenho dos meus passeios para fora do país era o cheirinho delicioso das lojas, mesmo quando não vendiam perfume.Só de passar na porta a gente sentia, ai que delícia!
Hoje, a maioria das grandes marcas brasileiras adotou o conceito e é comum sentirmos “cheirinhos gostosos” que se tornam marca registrada desses ambientes. Sempre tive vontade de escolher um cheiro especial pra usar em casa.
Através da minha irmã conheci a linha de produtos da Klaroma de aromatizantes para ambientes, cremes e pomadas dentre outros produtos.
Sem tempo para experimentar todos os fornecedores, me pediu para que a ajudasse testando os produtos para a loja.
Amei a idéia! Amei o produto! Você pode usar o produto de dois modos ta.
Na compra de do home spray de 500 ml o produto vem com as varetas que você deixa lá, não precisa ficar se lembrando de borrifar e a casa está sempre com aquele cheiro gostoso!
Mas, se preferir pode borrifar pela casa toda porque vem com o gatilho para spray.
Confesso que fiquei mal acostumada e totalmente dependente dos aromatizantes... Esses dias colocando as coisas novamente em seus “devidos” encontrei meus perfuminhos queridos.
Resolvi falar sobre esse assunto porque sempre que chega essa época, meados de novembro, o “espírito de Natal” já começa a tomar conta do meu ser.
Penso na decoração, e nos presentinhos... Esses aromatizantes podem agradar sem medo de ser feliz qualquer festinha de “Amigo Secreto” e com muuuuito charme!Além disso, os precinhos são totalmente possíveis.
Aproveitem a dica e façam seu pedido - Tudo on line.http://www.klaroma.com.br
Labels: dica de compras
Arthur Soffiati nasceu na cidade do Rio de Janeiro a 10 de fevereiro de 1947. Morou em Campinas, Curitiba, Paranaguá, Rio de Janeiro, São Fidélis e Campos. Licenciou-se em História pela Faculdade de Filosofia de Campos, especializou-se em História Moderna e Contemporânea pela Universidade Católica de Minas Gerais, cursou mestrado e doutorado na Universidade Federal do Rio de Janeiro. Trabalhou como professor no Liceu de Humanidades de Campos e na Faculdade de Filosofia de Campos. Desde 1985, integra os quadros da Universidade Federal Fluminense.1- O que representou para o mundo a queda do muro de Berlim? É o símbolo do fracasso do socialismo?
R. A queda do Muro de Berlim representou o início de um processo histórico que selou o fim da Guerra Fria e o fim de uma experiência socialista marxista bastante distante do projeto político de Karl Marx. Logo após a queda do muro, aconteceu o fim da União Soviética, que se partiu em vários estados, o fim do Pacto de Varsóvia, que colocava os países do leste europeu no bloco soviético, e o esfacelamento dramático da Iugoslávia, com conflitos sangrentos. Desta experiência, restaram a China, Cuba e a Coréia do Norte. A revolução bolchevique de 1917 foi um acontecimento que deslumbrou socialistas marxistas do mundo inteiro. Esperava-se que ela criasse um sistema que superaria o capitalismo e promovesse a justiça social. No entanto, a partir de Stalin, a União Soviética foi se cristalizando como um Estado centralizado, tendo à frente um líder carismático e ditatorial. A economia estatizada substituiu a burguesia por uma classe de burocratas que não detinha os meios de produção, mas exercia monopólio deles e gozava de regalias, tais como residências suntuosas nas cidades, casas de veraneio e outras vantagens. O regime ditatorial silenciou a oposição e os críticos do sistema vigente, desrespeitando frontalmente qualquer traço de democracia. O país se transformou no centro de um bloco de poder a competir com os Estados Unidos, centro de outro bloco de poder, a fim de mostrar que o socialismo era mais eficiente que o capitalismo em termos econômicos e sociais. No entanto, os trabalhadores e o ambiente pagaram um preço muito alto.
2- E o que representa a queda de Wall Street para o mundo? É o símbolo do fracasso do capitalismo?
R. Será mesmo que Wall Street caiu? Pareceu que a recente crise do capitalismo superaria em profundidade e extensão a crise de 1929-1932, mas já há sintomas inequívocos de recuperação. Tudo indica tratar-se de uma crise conjuntural, e, aqui, abro um parêntese para fazer a distinção entre crise conjuntural e crise estrutural. Uma crise conjuntural é como uma doença que o organismo atingido consegue vencer com ou sem remédio. É como uma gripe que nos abate, mas que superamos e voltamos a ser como éramos. Este tipo de crise é inerente ao capitalismo. O sistema enfrentou várias delas ao longo de seus setecentos anos de história. Algumas foram leves, permitindo que o capitalismo voltasse ao que era anteriormente, como aconteceu após a crise conjuntural entre 1817 a 1851. Outras foram mais profundas e exigiram do capitalismo mudanças estruturais para continuar existindo, como a grande crise representada pelas revoluções do fim do século XVIII, que desembocaram no capitalismo clássico, e a sucessão de crises que se estendeu de 1873 a 1933, que levou à formação do Estado de Bem-Estar Social. Nunca, porém, o capitalismo enfrentou uma crise estrutural no seu todo. Este tipo de crise pode ser comparado à morte de um indivíduo ou à extinção de uma espécie. Embora crises estruturais do capitalismo tenham ocorrido na Rússia, na China, no leste europeu e em Cuba, para só citar os casos mais conhecidos, o sistema capitalista continua existindo, apesar de necessitar trocar de roupa de vez em quando.
3- Há espaço para o retorno das discussões ideológicas?
R. Após a queda do Muro de Berlim e o fim da União soviética, o intelectual norte-americano Francis Fukuyama ingenuamente proclamou o fim da história e das ideologias. Digo ingenuamente porque ele entendia a história restrita à luta entre socialismo e capitalismo, entre os blocos soviético e norte-americano. Quando lhe questionaram acerca das guerras localizadas, ele respondeu que elas não passavam de ajustes a um mundo capitalista e liberal, visto por ele como monótono e tedioso por falta de inimigos. O sociólogo e historiador Immanuel Wallerstein logo demonstrou, de forma muito inteligente e criativa, que era simplismo confundir o fim da Guerra Fria com o fim da história e das ideologias, que o fim de uma ordem mundial abria espaço para a construção de outra ordem. Ele leu os casos do fundamentalismo islâmico, do Irã e do Iraque como manifestações de uma nova ordem que se constituía. Por sua vez, o intelectual britânico Perry Anderson mostrou que o fim da Guerra Fria deixava uma multidão de pobres e miseráveis além de uma crise ambiental planetária. É certo que as ideologias, no seu sentido positivo, se enfraqueceram com o fim da bipolaridade, mas não morreram e voltam a crescer agora, discutindo a democracia, o socialismo e o ambientalismo.
4- Na cartilha do capitalismo: 'estado mínimo', o estado deixou de ser problema e agora volta a ser solução?
R. O capitalismo viveu dois momentos de Estado mínimo em atenção aos interesses da burguesia. O primeiro começou a se estruturar com as revoluções industrial e francesa e terminou com a sucessão de crises entre 1873 e 1933, que levou à construção de um Estado intervencionista não para combater o capitalismo, mas para salvá-lo da “ameaça comunista”. O segundo momento começou, na América Latina, com o golpe que derrubou Salvador Allende, no Chile. O economista Milton Friedman, grande defensor de um Estado mínimo, passou, então, a dar as cartas teóricas. O Consenso de Washington ordenou a receita para que um país se tornasse confiável ao sistema financeiro mundial. No Brasil, Collor de Mello foi o presidente que aceitou esta receita e iniciou o chamado neoliberalismo. Não bastou muito tempo para que os problemas sociais e ambientais se agravassem. Hoje, economistas críticos, como Joseph Stiglitz, e até conservadores, como Delfim Neto, condenam o Estado mínimo neoliberal. Respondendo resumidamente a sua pergunta: as duas experiências de Estado mínimo só foram solução para a burguesia, mesmo assim por tempo limitado.
5- Seria um plano socialista para salvar o capitalismo?
R. O neoliberalismo sempre foi uma proposta conservadora. Embora exista um socialismo conservador, nunca o neoliberalismo foi apresentado pelo socialismo como solução para o capitalismo, a menos que tenhamos em mente os ex-socialistas Fernando Henrique Cardoso, José Serra, José Genoíno, José Dirceu e Dilma Roussef.
6- Qual o papel da China nos mercados financeiros internacionais?
R. Lembro da tristeza quase desesperada de alguns marxistas quando da queda do Muro de Berlim, mas do consolo que representou para eles a sobrevivência da China e de Cuba. Num mundo predominante capitalista, a China também acabou “traindo” os socialistas. Jean-Paul Sartre, na década de 1960, chegou a dizer que o comunismo seria alcançado pela via maoísta, e não pela via soviética. Hoje, a China se constituiu numa das mais poderosas economias capitalistas do mundo, com grande crescimento e competitividade. Costuma-se dizer que a economia chinesa é capitalista e que seu capitalismo é estatizado. Temos dificuldades de compreender a China. De fato, no plano político, o estado chinês é centralizado e ditatorial. No plano econômico, existe um pragmatismo que visa mais o crescimento acelerado e o mercado externo.
7- A divisão do poder no mundo caminha para ser multipolar?
Thursday, November 5, 2009
Desde que iniciei minha peregrinação desenvolvendo a fina arte do “faça você mesmo por mim mesma”, descobri uma quantidade absurda de combatentes contra a mesmice, muitos inclusive praticando a arte da “decoupage a La Full Contact”.
Aquele papel mágico que a mamãe forrava as portas dos armários e encapava nossos cadernos. Eu era apaixonada pelo contact.
But, o tempo é nosso amigo e não demorou muito descobri novas soluções, outros tipos de papéis e nunca mais usei o contact. Mas, durante a obra, e já pensando em soluções para renovar algumas peças tive uma recaída e comprei contact para forrar um armário que tenho no meu quarto.
Não gosto do armário e nem da cerejeira dele, mas essa é outra história financeira da humanidade.
Para encurtar a história assim que comecei aplicar o contact na superfície do tal armário me lembrei imediatamente o porquê eu tinha riscado o papel contact da minha vida. - qualquer retração que o Contact sofra deixa áreas descobertas
- escolhi imitando madeira patinada... Hum... trabalho redobrado; todos os veios precisam seguir a mesma direção.
- a cola dele é pior do que super Bond se errar ferrou. Não desliza nem um milésimo de milímetro.
Depois de cinco dias (precisei de dois de descanso para passar a dor nos braços), quando estava na última porta o papel acabou!!! Voltei na mesma loja e não tinha mais, cheguei a ligar para a Vulcan que é o fabricante, me mandaram procurar na loja tal, na rua tal... Desisti. Arranquei uma parte e deixei só a frente do (suposto maleiro) para falar a verdade eu sempre detestei esse armário, mas ainda vou ter que me virar com ele mais um tempinho.
But, (cique para aumentar e veja o preço da tentação)A ponta de estoque da Donatelli da Rua Delfina é aqui pertinho de casa, pensei em olhar retalhos precisava de uma luz para resolver como iria forrar minhas coisas.
Eis que escondidos debaixo da prateleira dos retalhos bati os olhos numa pilha de papeis de parede (fora de linha tá pessoal, coleções passadas).
O resultado as imagens dirão. Gente é muito fácil de aplicar e já vem com a cola, é só molhar.
Uso aprovado pelo conselho da FVM Faça você mesmo!
Labels: faça voce mesmo, reciclagem
Tuesday, November 3, 2009
Ainda não ficou pronta, mas todo dia faço um pouquinho de coisa para não dar “irki”... A gente pasta tanto com obra que quando tudo acaba não sobra energia pra fazer a parte mais gostosa que é ir logo vendo tudo no lugar do jeito que a gente imaginou no inicio. Nem tudo é cor-de-rosa, afinal.
De qualquer modo, na sexta passada resolvi parar para um pit stop e chamei as irmãs da mamãe para vir comer um bolo, ver um pouco as mudanças e comemorar os 70 e poucos (não vou contar ta mãe) do aniversário da mamãe.

Com o tempo voando e ainda sem encontrar as coisas direito (copos, pratos e pratinhos etc.), resolvi fazer uma surpresa assim mesmo.
Rumei para a papelaria da esquina, comprei umas frescurinhas cor-de-rosa é claro, e decorei a mesa sem pestanejar - demos risadas a valer.
Contei aqui em post recente como fiquei encantada com o conceito do Ideia Cards da Coral (cartões de dicas de cores repleto de combinações e com ótimas idéias para decoração, pintura, artesanato... Aqui O Mundo das Cores)
Acho que no final o objetivo dos cartões foi atingido, acabei optando pela compra das Tintas Coral totalmente influenciada pelas sensações que os cartões produziram em mim.
Ao abrir meu e-mail esta manha deparei com um convite super simpático da Roberta Spiandorim, assessora da Coral para um bate papo com a Paola, que mora em Londres e é a única brasileira a participar de um grupo de especialistas em cores do Colour Futures.O Colour Futures é um livro publicado no Brasil pela Coral que aponta as tendências de cores e estilos para o próximo ano – Seja na decoração, arquitetura, design, moda ou cultura.
O encontro ta programado para sexta próxima e estou super a fim de ir...Já aviso logo que isso não é Jaba não, e como já disse também; nem tudo é cor-de-rosa.
Comprar, escolher, misturar cores é um dilema ainda maior quando a gente resolve ousar. Por outro lado acho que misturas de cores é sempre um resultado alto astral. Cansou, é só mudar a cor.

Boa Sermana!
Labels: decoração, reformar, tintas como escolher
O Simpósio vai reunir alguns dos mais importantes pesquisadores e profissionais da área de jornalismo científico do país, como o editor da revista Scientific American Brasil, Ulisses Capozzoli. Jornalista especializado em divulgação científica, mestre e doutor em Ciência pela USP, ele vai ministrar, no dia 25/11, às 15h, a palestra de abertura do Simpósio, intitulada 'Percepção pública da ciência: responsabilidades da mídia e do jornalista'.
No mesmo dia, às 16h, a mesa-redonda 'Por um jornalismo científico mais crítico' vai reunir o professor Cidoval Moraes de Souza (Universidade Estadual da Paraíba), a jornalista Cilene Victor da Silva (presidente da Associação Brasileira de Jornalismo Científico-ABJC) e o jornalista Ricardo André Vasconcelos (autor do blog 'Eu penso que...'). A mesa será mediada pelo jornalista Martinho Santafé (Revista Visão Social).
Às 18h30, será realizado debate sobre o tema 'Cientista e divulgação: o papel das universidades e instituições de pesquisa', reunindo os jornalistas Maurício Yared (editor do programa Globo Universidade), Cláudio Márcio Magalhães (presidente da Associação Brasileira de TVs Universitárias-ABTU) e Adelfran Lacerda (ex-assessor de Comunicação da Uenf). A mediação do debate ficará a cargo da jornalista Fúlvia D'Alessandri, da Assessoria de Comunicação da Uenf.
No dia 26/11, às 14h, haverá mesa-redonda sobre o tema 'Apoio à divulgação científica', reunindo dirigentes de agências de fomento. As três Fundações de Amparo à Pesquisa mais importantes do país estarão representadas por Roberto Dória (chefe de Gabinete da Presidência da Faperj), Mariluce Moura (diretora de Redação da Revista Fapesp) e Vanessa Oliveira Fagundes (assessora de Comunicação da Fapemig). Em seguida, às 16h, o professor Luiz Antônio da Silva Teixeira, da Fiocruz, ministra palestra sobre o tema 'A cobertura jornalística da gripe suína no Brasil - uma abordagem a partir da História da Ciência'.
Fechando a programação, será realizada às 18h30 a Roda de Ciência sobre o tema 'A compreensão pública da ciência no século XXI'. Os debatedores serão a professora Maria das Graças Caldas (Unesp), o professor Walter Ruggeri Waldman (LCQUI/Uenf) e o jornalista Maurício Tuffani (Assessor de comunicação da Unesp e editor do blog Laudas Críticas). A Roda será moderada pelo jornalista Aluysio Abreu Barbosa, diretor de redação do jornal Folha da Manhã, de Campos.
O Simpósio terá ainda dois minicursos (sobre tratamento de imagem digital e confecção de blogs) e uma série de atividades paralelas.







