Thursday, November 19, 2009

Saga

A Saga de um Feliz. Como assim? Assim foi...

Tomo o presente para narrar às agruras do cotidiano, sofridas por um senhor septuagenário, “campista da gema”, meu pai; e alertar a uma parcela incauta de nossa sociedade, frente aos serviços de saúde ofertados.

Na sexta-feira, 13/11/2009, por volta da 10:00 h., o Sr. Carlos Frias levou sua esposa, Francisca, minha mãe, companheira de jornada a 47 anos, para uma consulta médica em uma das unidades de Planos de Saúde existentes em nossa cidade.

Estacionou o seu veículo, e zeloso (sistemático) foi avisá-la, na sala de espera do consultório, onde parou, visando não acontecer um desencontro. No caminho de retorno ao veículo foi acometido por uma síncope (desmaio), sofrendo uma queda que produziu várias escoriações (cabeça e membros).

Ao sair da consulta médica, minha mãe o encontrou ensangüentado e acomodado em uma cadeira de rodas, com a presença de um funcionário da empresa, ao lado de uma unidade de emergência, visto ter sido socorrido por um anônimo, sendo-lhe indagado se meu pai pertencia ao plano de saúde desse Grupo.

Atônita com a situação ora apresentada, informou que meu pai pertencia a outro Plano de Saúde, que não possui convênio, sendo aconselhada a encaminhá-lo a outra unidade. Pois bem, ele foi “removido” de cadeira de rodas pelas ruas de nossa cidade, até outra unidade de emergência credenciada, conduzido cuidadosamente pelo funcionário supracitado, onde imaginava-se, tudo seria resolvido, ledo engano!

Nesta Emergência ele foi acolhido e atendido por um médico (clínico), que aferiu pressão e pulsação e informou que ele deveria ser removido para outra unidade, visto não possuir ali, equipamento e profissional médico especializado para a conduta necessária. Informou-se ainda, que não havia ambulância para remoção e nem foi oferecido nenhum serviço de remoção privado, disponível em nossa cidade, sendo aconselhado pela recepção que se efetuasse tal procedimento em veículo particular.

Com a chegada de minha irmã e a urgência do caso, meu pai, foi novamente removido, em veiculo próprio da mesma, para outra unidade de emergência credenciada, onde recebeu o pronto atendimento clínico (monitoramento, oxigênio,etc.), pois apresentava baixa freqüência cardíaca e oscilação da pressão arterial. Iniciados tais procedimentos, fomos chamados, pela equipe médica, e informados que deveríamos providenciar uma NOVA REMOÇÂO, diante do quadro clínico apresentado, mas desta vez, para uma unidade de emergência pública, cito, Hospital Ferreira Machado, com a alegação de que acidentes em via pública, devem ser obrigatoriamente socorridos pelo Resgate do Corpo de Bombeiros e encaminhados ao referido hospital e que naquela unidade não havia o profissional médico (Neurologista) que se necessitava, apesar de possuir o equipamento.

Por haver trabalhado por vários anos na área de saúde, mantive alguns contatos e fui informado, que nesta unidade de emergência credenciada, os profissionais da área mencionada, trabalham em sistema de sobreaviso, bem como, os nomes dos atuais diretores, desta feita, interpelamos veementemente a equipe médica, quanto ao descontentamento da solução apresentada e expusemos o teor das informações colhidas.

A equipe médica se reuniu por breve momento, e em seguida retomaram os procedimentos (tomografia, etc.), tendo diagnosticado, preliminarmente, como Síncope de Vasovagal ou neurocardiogênica, tendo como conseqüência internação em Unidade de Terapia Intensiva (UTI) por dois dias.

Então ficam as perguntas: se o Plano de Saúde estava com o pagamento rigorosamente em dia, sendo conduzido a várias unidades de EMERGÊNCIA credenciadas, tratando-se de um idoso que acabara de se acidentar, acompanhado de sua esposa, porque a dificuldade em atendê-lo? Por que a indicação de remoção para unidade pública, exatamente quando se fala tanto em HUMANIZAÇÂO do atendimento de saúde? Afirmo que isso ele não encontrou nos primeiros atendimentos!

Após este relato, concluo que é inadmissível, que qualquer cidadão tenha aviltado os seus direitos e garantias fundamentais, no caso em tela, meu pai possuidor de plano de saúde, que passou a usufruí-lo após mais de dez anos de associação, não merecia, assim como, nenhum cidadão merece, ser submetido a tais acontecimentos. Mas, aviso aos navegantes, o Sr. Carlos Frias já está no aconchego do seu lar, FELIZ, por ter sobrevivido após tantos transtornos, pois enquanto ele possuir filhos combativos e uma esposa guerreira, tais direitos e garantias se farão presentes, por isso recomendo, não esmoreça frente a um obstáculo, seja educado e firme que irá conseguir transpô-lo.

“Os ventos não ajudam a Nau que não conhece o rumo que deseja singrar” (Ciro Gomes)

Sigamos em frente...

Obrigado!

Victor Hugo Frias

Wednesday, November 18, 2009


Não sei exatamente como foi que aconteceu, afinal não gosto de praticamente nada que seja feito de plástico (ou acrílico).

O fato é que tenho reparado que muitas das minhas amigas parecem ter coleções de Melissa. Não prestava atenção porque tinha trauma dessa sandália.


A última que eu comprei há muito tempo atrás quase arrancou a carne dos meus pés. Inesquecível!!!!

Além disso, sempre achei sandálias de plástico cafona. Ponto. Não vou entrar em questão de gosto pessoal não, é simplesmente uma dessas verdades universais.


Entretanto, anos atrás, não existia nada mais cafona nesse mundo do que Havaianas. Tenho uns seis pares. Uso as danadas para quase tudo e vou a qualquer lugar com elas numa boa.

Então eu acho que esse meu preconceito com sandálias de plástico um dia acaba. Mas talvez, isso só vingue com a Melissa e com as Havaianas. O resto continuo achando brega.


Seduce + 284, uma parceria da Melissa com a marca 284 da Daslu - R$ 90,00

Melissa em parceria com a estilista carioca Isabela Capeto, é um dos modelos mais românticos da coleção R$ 80,00
Outro dia, por acaso, vi que abriram uma loja do lado da minha casa. Pensei agora vou ter que entrar e ver isso direito – A loja é puro charme e cheira bem pra caramba! vi os novos modelos, experimentei...

Gente é uma coisa linda demais, tanto que quase esqueci que não gostava.
O modelo da coleção africana faz parte das comemorações de 30 anos da marca, e foi feito pro outono/inverno 2009. Um arraso!
Foi lançada em janeiro - mas que pra mim é como se tivesse sido hoje.
De coisas chatas, do apagão, stress pré-natalino ninguém precisa mais, certo? E essas sandalinhas alegraram minha semana.
A semana esta sendo super corrida e não tem sobrado tempo para postar.

A casinha esperando para acontecer, a filha se despedindo para mais uma temporada fora do país...
Ai... já tô com saudades...
Entre descobertas, arrumações e despedidas não podia deixar de mostrar o trabalho da mamãe - Clique nas fotos para aumentar e ver de perto a delicadeza.
Ela esta expondo suas “artes” esta semana no tradicional bazar de Natal promovido pela Igreja Santa Terezinha em Higienópolis – SP. Só até amanha, mas se você gostar de alguma coisinha vá até a galeria dela ta?! Aqui ó.
As lindas bandejas de colo abaixo também é trabalho de mais um "arteiro da familia" - Para ver mais modelos vá até o link

PS.: Ah, qual é, Santinha, dirão as leitoras mais novas.... Desde quando Melissa é brega.
Bom, eu continuo não gostando de sandálias de plástico.

Mas preciso admitir: Estou tentada a experimentar a Seduce + 284.
Ah, são vendidas no site e parceladas no cartão. Que tentação heim?!!!

Afinal, as meninas da moda disseram que Melissas são as novas Barbies, acho melhor ter uma por perto.

Tuesday, November 17, 2009

O prefeito de São Francisco de Itabapoana, Beto Azevedo que está na Itália, integrando a Missão Técnica Internacional organizada pelo Sebrae/Rio através do Programa Lidera Rio ,participou de reunião com Attilio Schneck, presidente da província de Vicenza, e com Vittoria Micanto, presidente da Câmara de Comércio, Indústria, Artesanato e Agricultura de Vicenza, berço e uma das principais acionistas da maioria das Agências de Desenvolvimento localizadas na província.
Além do prefeito Beto Azevedo, fazem parte da comitiva, a prefeita de São João da Barra, Carla Machado, de Itaboraí, Sergio Soares e de Rio Bonito, Jose Luiz Alves Antunes, além de representantes de outros municípios, do governo do Estado, do Sebrae/RJ e de entidades de classe
Segundo sua assessoria, o prefeito Beto tem destacado o grande potencial agrícola e turístico do município, além da tradição do artesanato regional já que um dos contatos foi na Câmara de Comércio, Indústria, Artesanato e Agricultura de Vicenza (CCIAAV), onde a comitiva observou a forte presença do empreendedorismo.
Os dados apresentados mostram que há em Vicenza 88 mil empresas e um terço voltado para o artesanato. Outro ponto que o prefeito tem destacado é o empreendimento da energia eólica que está em pleno andamento no município com previsão de entrar em operação em julho de 2010.
Ainda em Vicenza, a comitiva brasileira se reunirá com a "Vicenza Qualita", a agência de desenvolvimento para promoção no mundo do produto "Made in Vicenza", com apresentação das estratégias de promoção dos produtos e dos setores chaves do Veneto.
Na parte cultural, a missão visitará a Scuola d'Arte e Mestieri de Vicenza, um centro de formação profissional fundado há 150 anos, mantido por diversas instituições. No encerramento da visita a Vicenza haverá uma reunião com Silvano Scandian, presidente da CNA Confindi Vicenza - um consórcio de garantia coletiva de linhas de crédito constituído entre as empresas artesãs e pequenas empresas industriais, ligados à Confederação Nacional de Artesanato (CNA) e de Pequenas e Médias Empresas da Itália. Posteriomente a esta reunião, a comitiva se deslocará para Modena (Maranello) para visitar o Museu Oficial da Ferrari. Na visita a Parma, se conhecerá o Plano de Desenvolvimento Regional e serão apresentados a enogastronomia, além das especialidades do território, o agroturismo, as estradas do vinho e dos sabores. Também haverá uma reunião com a Agência de Desenvolvimento Local de Parma e Piacenza, responsável pelo desenvolvimento econômico local com particular atenção à valorização dos empreendedores e ao potencial endógeno da região. Ainda será apresentado à missão o Consórcio de Prosciutto de Parmaa, além do Consórcio de Produtores de Queijo Parmigiano-Reggiano que congrega 5600 produtores que desde 1934 promove, defende a tutela, controla a produção, a qualidade e a comercialização do produto, finalizando com uma visita ao Parque Científico e Tecnológico de Parma, onde ocorre a transferência de tecnologia, inovação, promoção e criação de novas empresas.

Com informações e fotos da Ascom PMSFI

Monday, November 16, 2009

Minha primeira experiência culinária aconteceu por volta dos 10 anos, mamãe havia saído corri para a cozinha, cortei duas maças, uma banana nanica em pedacinhos e cobri com toddy e açúcar. Exibi a resultada à noite orgulhosíssima pouco antes do jantar.

Papai experimentou fazendo caretas enquanto o pó do toddy caia sobre o seu queixo. A receita tinha uma aparência horrorosa - Recebi uma ordem: - Não faça mais bagunça na cozinha! Nada estimulante para quem um dia poderia bem podia aprender e se interessar pelo assunto.


Devo reconhecer que a minha primeira tentativa deixou o piso coberto de açúcar e meus cabelos marrons de chocolate e fiz uma bagunça danada na cozinha. Consegui me conter por algum tempo.

Alguns anos depois eu me dediquei às omeletes. Ganhei de Natal um bonequinho “cook” invenção americana - o bonequinho tinha uma frigideirinha fixa à mão e jogava pro alto um ovo (de plástico) que caia na frigideira, era movido à pilha. Senti-me inspirada e lá fui eu para a cozinha tentar fazer as omeletes.


O momento de virá-las sempre era trágico freqüentemente se despedaçavam e nesse caso mudava o cardápio para ovos mexidos.


Na adolescência batia muito papo com a minha mãe na cozinha, enquanto ela preparava as coisas eu ia ajudando, fazia o tempero da salada, mexia algum cozido na panela, botava a mesa...

Foi assim que eu vi as coisas como elas são antes de virarem o que comemos, e foi nessa ocasião também que descobri o talento de mamãe para decorar os pratos. Ela não deixava nada ir para a mesa sem um enfeite que ela criava.

Mas, apesar de achar tudo bonito, naquele momento eu não sentia nenhuma vontade de me envolver – Estava em plena “aborrescência”.

Quando passei a trabalhar fora de casa (na adolescência) e chegava fora dos horários das refeições, para não comer comida fria comia ovo quase todo dia. Ou fritava dois ovos bem moles e misturava com arroz...Ah que delicia! Os médicos americanos ainda não haviam descoberto todos os malefícios da gema de ovo, e eu podia desfrutar a vontade!

Na verdade depois de algumas tentativas fracassadas na cozinha, nunca mais me interessei pelo assunto. Só pus a mão na massa mesmo quando virei mãe, mergulhei nas panelas e nos livros de receitas.



Em minhas primeiras incursões sofri muito. Minha Tia Marlene vivia me passando receitas. O problema é que nem sempre os livros ensinam tudo - Morria de desespero quando lia a frase “sal a gosto”.A mamãe vivia me aconselhando a não experimentar nenhuma receita nova quando viesse visita - Como saber se é bom sem uma cobaia? E apesar dos seus sábios conselhos confesso que uma vez paguei esse mico.

Ainda me lembro quando testei uma massa com molho apimentado de calabresa um prato que minha avó materna preparava tão bem - Aceita mais um pouco? – Nããããããooooo....- gemeu meu convidado, com o suor caindo pela testa e a voz igual a uma lixa. – Massss estáááá´...Uma deliciaaa....


Quando finalmente sentei à mesa para acompanhá-los e experimentei o molho, sugeri que levantássemos imediatamente e fomos para um restaurante ao lado da minha casa.


Escalei montanhas de queijo parmesão, nadei em rios de caldo de galinha, na maionese então é bom nem falar. Cheguei a lixar bolo para arrancar a parte queimada e depois disfarcei cobrindo com creme. Mas aprendi cozinhar e a gostar.


Durante muitos anos, por conta dos filhos pequenos sem poder manter uma empregada todos os dias, a vida girou praticamente em torno do fogão.

Nesta época também aprendi a costurar de memória lembrando os gestos da minha mãe, e vivi muitos momentos de uma felicidade básica, com poucas necessidades.
Cuidei dos meus filhos, da comida as primeiras orientações, coisa de mãe mesmo.
E vieram os tempos em que ir para a cozinha foi ficando raro. Passei a ter outras atividades fora de casa, voltei a estudar, a trabalhar fora de casa e fui ensinando pessoas que cozinhavam em nossa casa que captavam o meu estilo e passavam a cozinhar melhor do que eu. Sempre há uma troca.

Até que anos antes de me mudar para o mato, comecei aprofundar meus conhecimentos culinários e percebi melhor qual era de fato a melhor transformação que ocorria em mim.

Dentro de um cenário totalmente inspirador ia pra cozinha inventar coisas e experimentar novas receitas e aprender o tempo certo para trabalhar com um fogão à lenha que fiz questão de construir.


o contato com a água, o fogo, os alimentos na horta, o ritual do preparo é mágico mesmo... Notei também que em mim ocorreu uma mudança para melhor.

Relaxei, fiquei mais criativa, não tinha medo de experimentar combinações, inventar minhas receitas e experimentar a mistura de todas as ervas que foram propositalmente plantadas a cinco passos do meu fogão.

Não precisava mais da geladeira para conservá-las, era só pegar a quantidade que quisesse sempre fresquinho e perfumado.

Agora eu sei como era mágica a cozinha da minha avó! Da minha mãe! Das minhas tias!
Um dia quando vi meu filho na cozinha tentando fazer sozinho um macarrão com molho de pimenta, lembrei das minhas bananas com toddy da infância.

O macarrão estava intragável! Enquanto ele gaguejava aconselhei otimista:
- Insista, um dia vai dar certo!
Na cozinha e na vida o bom cozinheiro é sempre um aprendiz.

Sunday, November 15, 2009

 Resposta ao comentário   sobre a postagem Pela última vez nas bancas... No Estou Procurando O que Fazer...

Anônimo:
pena perdermos o monitor,mas será q alguem terá coragem de dizer quem ajudou a afundar nosso jornal? quem teria questionado o ministerio publico sobre o diario oficial do municipio pertencer so ao monitor? ja que ninguem ate agora respondeu eu digo...folha da manha..jane seja justa acho q vc e bem imparcial,nao to acusando a folha de ser a responsavel pelo fechamento do monitor,mas com certeza so em questionar no ministerio publico levou a prefeitura a criar seu propio diario oficial e consequentemente a falencia do monitor ou to totalmente errado?
15 de Novembro de 2009 10:07
Como me alonguei, essa foi a alternativa que encontrei para escrever o que não me sai da cabeça...

Diria que você começou no começo...


Sim, a Folha entrou com uma ação cobrando a realização de licitação para escolha do veículo que iria publicar os atos oficiais da PMCG. Até aí morreu Neves, numa economia capitalista essa é a regra do mercado. Sou socialista e portanto não engulo essas regras DE MERCADO, Mas já que vivemos em uma economia capitalista  sou da opinião que uma empresa privada não pode depender de benesses do poder público para sobreviver. Esse preço é nocivo a sociedade.
 Sou  contra  boicote para se acabar com uma empresa!

Como alguns sabem, assumi a Secretaria de Comunicação nos últimos nove meses do governo Mocaiber e tive acesso ao contrato da Prefeitura com a Agência Premium. No meu entendimento e de vários advogados se nele estava previsto que seria responsabilidade da agência a publicação dos atos oficais, assim como também a necessidade de procedimentos corresponde aos da municipalidade, quando se tratasse de " contratação de serviços de terceiros" e conforme fui informada pelo Jairo Maia , de que a agência antes de contratar os serviços no Monitor Campista solicitou o orçamento desta empresa, e manteve seus serviços com ela, para cumprir o contrato ela constatou então que o preço praticado pelo Monitor era inferior.Então houve uma licitação!
Se isso não tivesse ocorrido o secretario de Comunicação à época senhor Roberto Barbosa que era o gestor do contrato teria que ter cobrado da agência o cumprimento. Se ele não cobrou, houve então uma cotação de preços com pelo menos 3 empresas para se escolher a que praticava o menor preço certo?Repito houve uma licitação!
Quando assumi, o contrato com a agência já havia sido encerrado e havia uma dívida enorme com o Monitor Campista, o gestor não pagava mensalmente a publicação dos atos oficiais, foram quase três anos sem pagamento.( e o Monitor não fechou as portas!)
Ao consultar o prefeito, e de ser justa eu não abro mão, Mocaiber disse que tinha conhecimento da situação sim, e que pagar as dívidas era sua meta e que esperava que como gestora eu buscasse o caminho legal para ser feito .E após uma série de procedimentos burocráticos, consulta a Procuradoria, TCE, verificação de todas as publicações não pagas, os débitos até o mês de novembro de 2008 foram pagos.Os Diários Associados administram esse recurso.É bom deixar claro.
A Prefeitura de Campos esse ano só destinou de seus 15 milhões de orçamentos com a publicidade, ao Jornal Monitor Campista, um institucional de um quarto de página. Boicote? Me parece ser sim!
As crises do Monitor Campista são antigas... Me contaram os colegas que houve época em que a funcionária responsável pela limpeza levava de casa o material, o pó de café e o açúcar, isso há muitos anos ...
Bom , oMonitor, enxugou seus quadros, já estava mesmo sem a publicação de atos oficais da Prefeitura de Campos e de institucionais, conseguindo parcerias para implantar o jornal na versão 3 D, e ser mais uma vez vanguarda, porque iria vender assinatura digital, sua carteira comercial estava sendo ampliada, portanto o jornal, que não tem dívidas,( e isso não é apenas a fala de Jairo Maia, isso está nos últimos Balanços da empresa!) estava vivendo a crise que afeta todos os jornais do mundo,e ainda assim conseguindo crescer . É evidente que ainda não era o suficiente para pagar todas as despesas mas estava faltando pouco( mas deveria ter dinheiro em caixa, o que recebeu no final do ano por exemplo daria e sobraria por um bom tempo!) mais uns meses de trabalho, e ele estaria salvo. Desligaram todos os aparelhos com o paciente com uma gripe forte, quando ela já havia sobrevivido a muitas pneunomias, tuberculose e tantas outras infecções...
Como funcionária, são poucos meses, apenas sete, muito intensos é verdade mas pouco tempo. Doi em mim a dor de meus amigos que estavam lá há tantos anos. Mas já me doia enquanto cidadã, enquanto estudante de jornalismo na década de 80 o fechamento, como doia em tanta gente, por reconhecer a importância histórica do Monitor Campista para Campos, tanto que sempre que se falava nessas crises, isso há mais de 20 anos a idéia , o sonho era formar uma cooperativa de jornalista, muitos dos integrantes do atual governo e o marido da prefeita sabiam disso.E eles não podem ter perdido a memória, podem estar ajudando a sepultar a guardada com tanto zelo pelo Monitor Campista mas a deles eles não podem ter perdido...
A grande sacada do Xacal, em obtermos financiamento do Fundecam para concretizar esse empreendimento não pode ser desprezada se a Prefeitura não é cúmplice desse crime. Por que esse silêncio ensurdecedor como bem disse o companheiro Dignidade em seu blog?
Por que? Por que?
É a prefeitura que está comprando para transformar em seu Diário oficial? Conforme havia noticiado O Vitor em seu blog Urgente e não fosse isso nós teriamos sido apunhalados pelas costas!
Tem algum outro comprador?Quem é? Por que isso não é claro, transparente?
O quadro havia sido reduzido para se adequar a nova realidade e numa projeção de " até breve" .O prédio até poderia ser vendido mas o jornal não fecharia.Poderia se instalar num espaço menor... Assim nos disseram... Para em seguida só silêncio e uma nota de fechamento sem data...
Sempre recebemos em dia, com todo o vencimento dentro da tabela do sindicato, e benefícios como cartão alimentação e vale farmácia.
Por que essa crise é diferente? Por que ela não pode ser superada ?
Não não me digam que esse é o destino de todos os jornais impressos porque com antecedência nos preparamos para  lançar  o primeiro 3D comercial no país.
Queremos comprar o título e continuar sendo um jornal que registra os fatos tal qual eles acontecem! Quem quer se associar ?

Friday, November 13, 2009

“Convicta de que a harmonização e organização dos ambientes contribuem para diminuir os efeitos do caos urbano e da solidão, sempre proponho uma relação afetiva e intima com a moradia, digna de receber mimos que alegrem os olhos e o coração, sem esquecer-se do bolso.

Não importa que você ainda não esteja na casa dos seus sonhos, não espere se mudar um dia para transformar a sua moradia num porto seguro e no canto mais gostoso de viver e receber as pessoas que você gosta – A vida passa... E rápido.

Invente e aproveite para descobrir talentos ocultos.
Afinal, fique a vontade: a casa é sua e o lugar para onde você deve ter prazer de estar e voltar. Em casa recarregamos as baterias, se mergulha na intimidade, no descanso regenerador.

Seja bem vindo ao
meu blog, e que sua busca pelas boas energias, dicas, idéias tenha muito sucesso!”
Com essas palavras iniciei o blog Casas Possíveis no dia 01 de novembro de 2008.

Eu simplesmente me esqueci da data. Reforma terminado, metade da minha família faz aniversário em novembro ainda tenho mais dois aniversários importantes (marido e filho em dezembro) filha indo morar fora do país...
Não, não ia dar conta de preparar posts, fazer sorteios ou promoções...
No final acho que foi melhor assim.
Entre, fique a vontade e sirva-se de um pedaço de bolo.
Soube da data quando estava aqui matutando sobre o que já tinha sugerido para as comemorações de final de ano, o que já tinha contado, mostrado... Detesto ser repetitiva.

Relendo tudo até aqui, mais a coluna para qual escrevo já há alguns anos, vi que já falei tudo, ou quase.
Percebi que não mudei em quase nada sobre quando o assunto é “final do ano”.
Preparativos para férias, crianças em casa, festinhas da empresa, comemorações em família, enfeites e presentes...

É claro que sempre há novidades tentadoras pipocando por toda a parte; - uma receita nova, uma mesa diferente, um presente ou um enfeite inusitado.
But , resolvi que vou continuar optando pelo mais simples e fácil, mais light, mais confortável e se possível mais barato. E já estamos combinados, “barato e descolado”.
Essa é uma receita que tem dando certo, pelo menos para mim, e como já dizia o velho “deitado”, em time que esta vencendo a gente não mexe.

O final do ano esta ai e quer você goste se envolva ou não, a agitação já esta no ar.
Se simplificar vai gostar eu garanto. Então, apenas relembrando tá?!

- não queira fafavô fazer suas compras no mês de dezembro se você não quiser se irritar e passar o final do ano totalmente estressado, esgotado e com raiva do “Papail Noel” que você guardava em tão alto estima.

- Planeje-se para ontem: Não adie a arrumação, limpeza e organização, transferindo a angústia para o próximo mês.

- vai aproveitar para viajar? Hum que delicia... Verifique como anda seu carro.
Vai de ônibus, avião?... Já providenciou as passagens, já reservou hospedagem, seus documentos estão em ordem?

Vai para a casa de alguém? Hum delicia heim?! Leve alguma coisa. Seja gentil!
Ah, e presta atenção a sinais de cansaço dos anfitriões, afinal eles passaram muito tempo preparando tudo para te receber e saiba à hora de retirar o time de campo. Combinado?

Amigo oculto na empresa - Mesmo sendo uma festa de final do ano, não deixa de ser uma situação ligada ao trabalho. E você vai encontrar todas aquelas pessoas de novo no dia seguinte. - Não leve nem peça para levar o marido, namorado ou parentes se o convite é só para você.
- Presente: Evite comprar coisas para uso pessoal, a menos que você conheça muito bem a pessoa.
- Se você não gostou do seu presente, nada de careta
- Evite falar de assuntos ligados ao trabalho.
- Não vá de chinelo e muito menos com roupa de festa. Ainda continua sendo local de trabalho.
- Não encha a cara, pois tudo o que disser “de merda” será usado contra você.

FamíliaVocê comemora o Natal com a família? A festa começa com os preparativos. Nada de estresse, essa comemoração deve ser desfrutada com carinho.
Se não for assim não vale a pena. Vá para uma ilha deserta.

Família é algo complicado nascemos com uma, e vamos morrer com ela. Não existe família perfeita a não ser nos comercias de margarina e olha lá. Em comemorações como o Natal, por exemplo, em que as famílias se juntam sempre vai ter aquela tia chata, ou uma prima ou primo desvirtuado, e até mesmo um irmão ou um pai que em nada se parece com a gente.

É quase inevitável rolar alguma situação desagradável, quando pessoas de uma mesma família, se reúne para comemorações desse porte. É fato. Aprenda a se sair delas com elegância o mais rápido possível. A família agradece, o planeta agradece e até você vai agradecer
.
Recebendo
Eu sempre tive dificuldade para entender as pessoas que não gostam de festa. Basta me dar um motivo (aniversário, trabalho novo, nhoque da sorte, alguém que vai viajar ou está voltando de viagem, a inauguração de um saca-rolha) para começarem os planos: os amigos a convidar, as melhores comidas para a ocasião, as bebidas no gelo, aquele detalhe especial da decoração, boa música e muito mais...

Desde que me conheço por gente, tudo é pretexto para comemoração em minha família. Até por isso acho que aprendi cedo a não dar tanta importância para o que não tem importância e a simplificar a vida.

Gostar de fazer festa é uma pequena forma de arte. Organizar toda a recepção, desde pensar no cardápio até arrumar as mesas e as flores para enfeitar a casa, é um enorme prazer – que pode ser alimentado dia após dia (minha avó dizia que comer deveria ser obrigatoriamente, um momento comunitário).
Mas essa curtição se torna ainda maior quando existe um “pretexto” para comemorar.

Agora, com licença. Chega de escrever sobre as dores e as delicias das festas. Vou já procurar umas amigas e começar a organizar um jantar. O motivo? Quando estivermos juntas, certamente vamos nos lembrar de muitos

Obrigada a todos pela visita!

Wednesday, November 11, 2009


 

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