Monday, February 7, 2011

Essas repaginei semana passada - vai para embaixo da pia no lavabo.
Depois da minha temporada no mato, aprendi observando e experimentando várias técnicas para secar flores, especialmente a Hortência que tenho em abundancia e algumas outras do meu jardim.

Como nessas bandas o inverno é rigoroso, com geadas constantes as flores (mesmo as que se adaptam bem ao frio) não sobrevivem, e como sempre gostei de ter a casa florida aproveitava o final do verão para colher e secá-las.
De todos os métodos existentes de secagem de plantas, a técnica ao ar livre é a mais simples e natural. A vantagem deste método é preservar a forma e as cores de uma grande variedade de flores e plantas.
Não é necessário nenhum tratamento especial das plantas antes da secagem ao ar livre, é só cortá-las quando florescerem e retirar a folhagem - No entanto, você pode cortar botões florais e secá-los, se você preferi-los a flores já abertas.
folhas de ibiscos com clerodentro-vermelho
enquanto elas secam posso desfrutar da companhia por mais tempo
O melhor horário é no final do dia, isso garante que as flores estejam completamente aberta e livre de umidade.
material:
Então, vamos lá
- Corte e coloque os ramos cortados num vaso fundo com água fresca. Os ramos devem estar submersos pelo menos até metade do caule.
- Coloque o vaso num local fresco e seco, longe da luz direta do sol, dessa forma ainda dá para apreciar as flores durante todo processo.
Nessas condições ela pode durar por vários dias, desde que colocada em água com adição de açúcar e sem sol direto.
Dica importante: Naquela época (quando morava em Mauá) não conhecia aerossol floral selador, aliás, nem sabia da sua existência, quando comecei a perceber que os arranjos com flores caiam à toa só de relar, resolvi aplicar spray de cabelo extra forte, gente foi uma descoberta salvadora, além de deixar as flores perfumadissímas.
- Não adicione mais água ao ver que a do vaso está evaporando. A idéia é essa mesma: quando a água tiver evaporado totalmente, suas flores devem estar lindamente secas.
Outra forma que também já experimentei e que dá super certo é secá-las pendurando os ramalhetes de cabeça para baixo, mantendo uma boa distância entre eles nas laterais. Use fios de ráfia ou barbantes para amarrá-los.
É importante que as plantas não fiquem amontoadas, para que o ar possa circular bem entre as pétalas e folhas. Se houver acúmulo de umidade, as plantas poderão apodrecer antes de mesmo de secarem completamente.
Penduradas amarradas em forma de ramalhetes e até deitadas, as flores preservadas pelo processo ao ar livre mantém uma boa parte de seu aspecto natural: suas formas, bem como suas cores são bem pouco alteradas.
Além das flores, caules e folhas que podem ser secos, há muitos outros materiais que podem ser selecionados e usados quase diretamente nos arranjos. Estes incluem sementes, pinhas, folhas, gramas, galhos, etc.
cesta com galhos e folhas secas
inspirações guardadas no baú das imagens
Dica: Pra quem não gosta do cheirinho de planta seca, é só colocar um pouquinho de essência a base de óleo fica uma delicia.
Amarre o alecrim pelos cabinhos, e deixe pendurado de ponta cabeça num varal. As ervas precisam secar naturalmente para não perderem suas propriedades e não mofarem. Isso demora uns 10 dias. Depois passa a mão pelos cabinhos para soltar as folhinhas Guarde em um vidro esterilizado e seco.
para você dar de presente
Faça das flores secas um permanente acessório na sua decoração – você economiza e pode apreciá-las por muito mais tempo.
Encontrar o método que lhe agrade é o mais importante. Depois é só apreciar sua arte.

Tuesday, February 1, 2011

Saí uns diazinhos do ar por justíssima causa; fui cuidar meu pedacinho de terra lá no mato, ficar um pouco com os meus filhos peludos, arrumar algumas coisas e curtir um pouco do “dolce far niente”.
Quando vou para Visconde de Mauá, costumo não conseguir sair da pousada. Também, não é para menos: quando chego por lá sou tratada a pão-de-ló. Eu entro em um estado de inércia absoluta.
Passo horas folheando meus antigos livros e revistas, ou simplesmente olhando para o infinito com a mente vagueando e de repente posso congelar uma imagem e parar no alto de uma das montanhas. Caminhei até as cachoeiras, me joguei em suas águas geladas e aproveitei cada minuto.

Fala se dá para resistir um ovinho caipira no café da manhã??
Já contei por aqui e AQUI um pouquinho sobre o lugar e como fui parar lá um dia.
Desta vez, resolvi revisitar pessoalmente cada uma das plantinhas que consegui reunir ao longo dos anos para compor o em torno da minha casa.
Florada nova
Jardins também deveriam ser reflexos da alma e não apenas um arranjo estético impessoal, pensando nisso assim que comecei a fazer experimentações com diferentes tipos de espécie de mudas, preferi criar um jardim que despertem sentimentos e que fosse adaptável á região.
Deixei em paz a bela Emilia que precisa de terra muito fértil, a bougainville que é muito resistente, mas não se dá bem com a geada e tantas outras que gostava. 
Por lá, plantei árvores nativas, cercas vivas resistentes, mudas de reflorestamento diversas, roseiras, Maria sem vergonha, hortênsias, reservei canteiros enormes para pimenta, alecrim, boldo, capim limão para que se espalhassem à vontade e jurei de pé juntos que de agora em diante nunca mais vou tentar esconder das visitas os meus vasinhos de plástico.
Aqui uma vista da cerca viva sansão do campo hoje com mais de 10 metros de altura
sansão do campo com bordadura de maria sem vergonha
cerca viva de cedrinho vista do lado de fora
Eu adoro misturar várias qualidades de plantas no mesmo lugar. Especialmente as que se "dão bem". É planta também se dá bem com umas e não se dá com as outras.
A partir das mudinhas bem firmes nos vasinhos de plástico, faço experimentos e observo as que gostam de sombra, as que vieram do mesmo habitat etc.
vaisnhos de plásticos e latas (laboratório permanente)
Lírio do brejo
sonho de consumo de todos os chefes de cozinha; as capuchinhas "capucinas"...estão lindas!
Trouxe pimentassssssss
Como as pessoas, as plantas se sentem bem na companhia de certas plantas. Na verdade, elas vêm de ambientes naturais onde existe multiplicidade e diversidade, comunica-se entre si por meio do perfume, atraem diferentes espécies de insetos e pássaros, acabam formando uma comunidade perfeita.
Pensando assim, você começa a perceber que pode querer um jardim de cheiros doces, como o do jasmim, e lá eu tenho em abundância Lírio do brejo que atrai beija-flores, com seu perfume intenso, arvores frutíferas que dão flores e atraem uma infinidade de espécie de pássaros.
Deixo aqui essa bela moldura mais parecendo uma pintura para suas fotografias é só clicar e ampliar.
Tuco (o fujão), Zera e Norminha
Quer mais?
Então, envio lembranças da Rosinha, uma mulinha que é o animal de estimação da nossa comunidade. Fica andando para lá e para cá que nem cachorro “comunitário”, já que todos a adotaram quando foi abandonada por um fazendeiro da região.
Come a grama das pousadas e fila alguma sobra de comida dos comerciantes.
Se por um acaso, você estiver num restaurante na vila de Maringá e, de repente, aparecer uma mula ao lado da sua mesa não se assuste , é a mascote Rosinha. Ela adora filar uma bóia posar para as fotos e um carinho dos turistas.
Há 20 anos que freqüento a região e a Rosinha já estava lá, aliás, foi a primeira vez que vi uma mula que não trabalha feito um burro. Essa tirou a sorte grande!

Por falar em lembranças, quero agradecer a todos os comentários deixados aqui e também agradecer aos novos rostinhos que tenho visto por aqui, to super feliz pelo carinho e prometo que vou visitar todo mundo – É sempre um enorme prazer. Boa semana a todos!

"Segue o teu destino...
Rega as tuas plantas;
Ama as tuas rosas.
O resto é a sombra
de árvores alheias"
Fernando Pessoa

Thursday, January 27, 2011

A luta pela ética e pelo direito à verdade




Mais uma vez, o ato de se veicular informações caluniosas, e que têm por

objetivo induzir a população a interpretações falsas da verdade dos fatos, nos

leva a prestar esclarecimentos à comunidade do IFF.

É importante que a comunidade compreenda que há outros interesses além

dos meramente informativos nestas matérias veiculadas, e, por esta razão

tenho o dever de prestar as informações corretas, porque além de gestora

pública, sou também educadora, e como tal, não posso de forma nenhuma

concordar com este modo vil de se fazer uso das informações.

A implantação dos Institutos Federais em todo o país não tem sido fácil

para os seus gestores, e isto vale também para os reitores e reitoras destes

institutos, que têm se empenhado para implementar um novo modelo de gestão

multicampi e pluricurricular, trabalhar e mediar as relações de poder, fazendo

com que as conquistas destas instituições continuem acontecendo.

E é para preservar estas instituições públicas tão respeitadas pela

comunidade e que têm dado uma contribuição efetiva na formação profissional de

tantos jovens de nossa região, que nos manifestamos, repudiando que a

informação seja tão mal utilizada e tão pouco educativa.

Estamos nos referindo à matéria veiculada e, principalmente, à manchete

estampada na primeira página de um jornal de nossa cidade, que traz em seu

título uma comparação desqualificada e maldosa do valor das diárias por mim

recebidas no ano de 2010, comparando este valor com o recebido pelo Ministro

da Educação e com o de outro Reitor de Universidade Federal.

É importante destacar que o Decreto no. 5.992 de 19 de dezembro de

2006,alterado pelo Decreto 6.907 de 2009 estabelece em seu artigo primeiro

que: “o servidor civil da administração federal direta, autárquica e

fundacional que se deslocar a serviço, da localidade onde tem exercício para

outro ponto do território nacional, ou para o exterior, fará jus à percepção

de diárias, segundo as disposições deste Decreto”.

Assim, a comparação é desqualificada porque compara gestores públicos

distintos e que são detentores de direitos legais específicos de acordo com o

cargo que exercem. É público que os Ministros de Estado têm direito também a

outras formas de recursos de representação, além das diárias(cartão de

representação, por exemplo), e que a especificidade das universidades

federais é bem distinta da dos institutos federais, hoje, instituições

pluricurriculares e multicampi, localizados muitos deles no interior dos

estados, e com a obrigação de as Reitorias além de se reportarem ao Poder

Central, localizado em Brasília, também trabalharem junto aos seus campi,

de forma integrada e dinâmica.

A utilização das tecnologias da informação e comunicação tem

possibilitado que dados importantes sejam publicizados para a população, mas

também é preciso que aqueles que lidam com a informação percebam a importância

da correta e justa utilização das mídias, em respeito ao direito das cidadãs e

dos cidadãos brasileiros ao conhecimento da verdade.

Induzir à falsa interpretação sobre a informação é crime, e como

educadora e reitora de uma instituição que é pública, acho que a maior

contribuição que podemos deixar à sociedade é a da preservação dos valores

éticos, entre eles, o compromisso com a verdade.

Por isso, preparei este relatório que tem a prestação de contas de todas

as viagens por mim realizadas no exercício de 2010, a serviço do

fortalecimento da instituição, que já é público, porque está no Portal da

Transparência, mas que diante de tanta deturpação dos fatos é imprescindível

reiterar.

Apresentamos ainda um relatório, ao qual qualquer pessoa pode ter acesso,

retirado do Portal da Transparência (http://www.portaltransparencia.gov.br/)
, com as

diárias pagas aos demais Reitores/as dos Institutos Federais, e mesmo que

alguns deles não tenham participado da missão Brasil/Canadá, que trouxe

benefícios específicos às nossas instituições, fortalecendo a cooperação

internacional ,todos e todas poderão constatar que o nosso valor está abaixo

da média, se considerado face aos maiores institutos de nossa Rede Federal.

Também é importante destacar, somente a título de esclarecimento, que

há Reitores/as que assumiram ao longo do ano de 2010, o que significa que

passaram a receber diárias após a nomeação, sendo que alguns deles/as,

exatamente por este motivo, nem participaram do Curso para Reitores e Reitoras

da ENAP (Escola Nacional de Administração Pública), que foi uma das

estratégias da SETEC/MEC, na transição de implantação dos Institutos Federais.

Precisamos na era do avanço das tecnologias da informação e da

comunicação defender sempre a ética nos meios de comunicação, pois do

contrário, estaremos voltando a instaurar a ditadura, só que agora, uma

ditadura diferente da que outrora vivemos, a Ditadura dos que detêm o poder

das mídias e por meio delas, querem fazer valer na esteira da falsa

democracia, as suas falsas verdades.



Cibele Daher Botelho Monteiro

Reitora IF Fluminense







* Lista de valores de diárias dos reitores dos IFs:



1) Consuelo Aparecida Silleski Santos - IFSC - R$ 50.361,01 – missão Brasil-Canadá

2) Claudio Ricardo G. de Lima – IFCE – R$ 49.068,58 – missão Brasil-Canadá

3) Sebastião Edson Moura – IF Baiano – R$ 45.119,87 – missão Brasil-Canadá

4) Edvaldo Pereira da Silva – IFRR – R$ 42.594,77- missão Brasil -Canadá

5) Raimundo Vicente Gimenes – IFRO – R$ 41.180,18 – missão Brasil-Canadá

6) Arnaldo Augusto C. Borges- IFSP - R$ 41.061,24 – missão Brasil-Canadá

7) Claudia S. Soares de Souza – IFRS – R$ 36.939,91- missão Brasil-Canadá

8) Antônio Carlos Barum Brod – IF Rio Grandense – RS – R$ 36.652,55 – missão

Brasil-Canadá

9) João Martins Dias – IFAM – R$ 36.137,89 – missão Brasil- Canadá

10) Alípio Santos Leal Neto- IFPR – R$ 36.062,55

11) Claudio Adalberto Koller – IF Catarinense – R$ 34.427,56

12) Mario Sergio Costa Vieira – IF Sudeste MG – R$ 33.268,64

13) Paulo Cesar Pereira – IFGO – R$ 32.655,47- missão Brasil- Canadá

14) Sergio Gaudêncio P. de Mello – IFPE – R$ 31.576,28

15) Denio Rebello Arantes – IFES – R$ 31.496,52

16) Caio Mario Bueno da Silva – IFMG – R$ 30.713,27 – missão Brasil-Canadá

17) Eurípedes Ronaldo Araripe Ferreira – IF Triângulo Mineiro – R$ 30.845,77 –

missão Brasil-

Canadá

18) Cibele Daher B. Monteiro – IFF – R$ 30.557,72 – missão Brasil-Canadá

19) Elias Vieira de Oliveira – IFAC – R$ 30.026,30 – missão Brasil -Canadá

20) Francisco das Chagas Santana – IFPI – R$ 29.847,82

21)Carlos Alberto Pinto da Rosa - IF Farroupilha – RS – R$ 29.462,74

22) Aurina Oliveira – IFBA – R$ 29.277,78

23) João Batista de Oliveira Silva – IFPB – R$ 28.793,79 – Missão Brasil-Canadá

24) Marcus Aurélio Stier Serpe – IFMS – R$ 27.156,61

25)José Ferreira Costa – IFMA – R$ 26.377,11

26) José Bispo Barbosa – IFMT – R$ 26.028,44

27) Belchior de Oliveira Rocha – IFRN – R$ 25.222,71.

28) José Donizete Borges – IF Goiano – R$ 23.403,34

29) Paulo Cesar Pinheiro de Azevedo – IF Norte de MG – R$ 22.999,85

30) Alessio Trindade de Barros – IF Brasília – R$ 18.966,97

31) Julio Cesar Teles de Lima – IFSE – R$ 18.578,11*(houve mudança de Reitor)

32) Fernando Gusmão – IFRJ – R$ 14.955,39 (houve mudança de Reitor)

33) Rômulo Eduardo Bernardes – IF Sul de Minas – R$ 17.825,04 /Sérgio Pedini –

R$ 13.843,93 (houve mudança de Reitor)







* Relatório referente às viagens realizadas pela Reitora no ano de 2010:



I. Viagens realizadas a Brasília: 14 (quatorze)

Objetivo:

1. Convocações do CONIF – Conselho Nacional dos Institutos Federais

2. Convocações da SETEC/MEC

3. Curso de Gestores Públicos da ENAP (Escola Nacional de Administração Pública)

II. Viagens realizadas fora de Brasília por convocação do CONIF, inclusive

REDITEC: 04, nas cidades de Manaus, João Pessoa, Belo Horizonte e Recife

III. Viagens a serviço realizadas ao Rio de Janeiro – 05 –

Objetivo: Controladoria Geral da União, Universidade

PETROBRAS e Encontro Brasil Canadá

IV. Viagem internacional – uma, Missão oficial da SETEC/CONIF

para visita técnica aos Community Colleges Canadenses para fortalecimento de

Cooperação Internacional e celebração de Memorandos de Entendimento com

Vancouver e University

V. Viagens a Vitória e Cariacica no ES – 05 com o objetivo de

participar de reuniões do Conselho Superior do IFES, do qual sou Conselheira

indicada pelo MEC

VI. Viagens realizadas nos campi do IF Fluminense com o objetivo de integração

e de interlocução com os campi: 22

Macaé – 07 visitas

Quissamã – 01 visita

Cabo Frio – 06 visitas

Bom Jesus do Itabapoana – 06 visitas

Itaperuna – 02 visitas

Monday, January 24, 2011

Hoje quero compartilhar uma idéia que surgiu quando por ocasião da mudança pela milésima vez revisitei os armários.
Quando a gente muda é inevitável olhar para tudo que se tem e tentar dar um destino para coisas que estão ali guardadas e que a gente não usa mais.

Esses dois porta talheres de renda do Ceará foram comprados há cem anos quando fui a primeira vez para Fortaleza. Ficaram encima desse aparador por um bom tempo enquanto eu pensava o que fazer com eles.
Apoiada no chão do lado do aparador estava uma prateleira de vidro temperado que usei em dezenas de lugares da casa; foi comprada pela primeira vez para ser prateleira no quarto dos meninos para livros e badulaques... Depois serviu de base para os pés da máquina de costura antiga, depois serviu de prateleiras encima da mesa do escritório...
Por fim quando comecei a pensar o que iria fazer para esconder a mancha do tampo do aparador (não sai mais, a não ser se pintar), tive a idéia de usar o par de porta talheres e mais algumas toalhinhas sem par e até meio furadinhas para esconder as manchas, coloquei o vidro encima e voilá, não gastei nenhum centavo e gostei muito do resultado.
Mancha


Vislumbrei imediatamente que dessa forma é possível usar como fundo para tampos e mesas manchados um caminho de mesa inteiro ou várias toalhinhas de crochê, um bordado, pedaços de rendas,tecidinhos e uma infinidade de outros materiais, até mesmo papel ou fotos.
Abaixo o aparador de MDF ganha ares de sofisticação com a découpage (guardanapos de papel) floral em preto-e-branco pap aqui
Com retalhos aqui
Garimpar restos de rendas em lojas e armarinhos, peças antigas como vestidos de renda, anáguas, saias de baile, bolsinhas de mão feita de palha e acessórios saídos do baú da vovó fazem sucesso. Sem dúvida, os brechós são os melhores lugares para quem busca originalidade.
Coisas exclusivas ou de época tanto faz, mas todas com significados, cheias de histórias que certamente parecerão mágicas e encantadas.
Invente a sua!

O tempo não pára! Só a saudade é que faz as coisas pararem no tempo...

Mário Quintana

Monday, January 17, 2011

Um cantinho, um violão
Este amor, uma canção
Pra fazer feliz a quem se ama
Muita calma pra pensar
E ter tempo pra sonhar
Nesses primeiros dias do ano comecei a arrumação da casa nova e espero em breve conseguir colocar tudo no lugar. Minha frustração é não ter tempo suficiente pra colocar em prática em casa todas as idéias que gostaria de fazer.

Felizmente tenho a capacidade de gostar de muitas casas. A casa perfeita para mim sempre foi uma casa mutante; - Gosto de tijolinhos aparentes, admiro a beleza do concreto do cimento queimado no piso e nas paredes, e também adoro pé direito alto e casa com jeito de avó, aquele ar vintage que algumas peças traz a decoração.
Mauá
casinha rosa
 Mauá
 A antiga máquina de costura foi para a sala
Sempre concordei com quem acha que a casa tem que ter história, por essa razão há muitos anos não compro mais móveis. Reformo, tiro alguma peça de circulação por uns tempos... Coloco-as de volta...
Em casa não há quadros pendurados, só encostados, já que vivo mudando tudo de lugar. Não posso ter nada pregado.
Cantinho de lembranças da família
Vista do cantinho inteiro
Espero que gostem das minhas invencionices - É a história da minha vida. São coisas herdadas que tenho desde que nasci ou compradas ao longo da vida.
Nesta nova casa para qual mudei recentemente tento encontrar uma nova mistura de estilos e uma boa forma de viver e morar.

"Recria tua vida, sempre, sempre.
Remove pedras e planta roseiras e faz doce. Recomeça".
Cora Coralina

 

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